Equilíbrio fiscal e controle do gasto público fazem Bahia manter obras e compromissos em dia

Postado em 20/09/2018 17:15 - Atualizado em: 20/09/2018 17:15
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Blog do Thame

Um levantamento nacional das obras de mobilidade custeadas com dinheiro do governo federal apontou que, em todo o país, 335 estão paradas, atrasadas ou que sequer foram iniciadas. A pesquisa foi realizada pelo Ministério das Cidades, considerando as obras custeadas integralmente ou em parte. Foram detectadas 173 obras atrasadas, 116 paradas e 46 que ainda não saíram do papel. Dados do mês de agosto indicam que mais de R$ 7 bilhões já foram investidos nas obras ainda não concluídas, que ainda exigem cerca de R$ 22 bilhões para finalização.

Entre as obras inacabadas citadas por matéria veiculada pelo portal G1 – que teve acesso ao levantamento com exclusividade via Lei de Acesso à Informação – a mais cara de todas, em São Paulo, do Monotrilho da Linha 17 Ouro; também o BRT Transbrasil, no Rio de Janeiro e o VLT de Cuiabá, no Mato Grosso, com orçamentos iniciais de R$ 3,7 bilhões, R$ 1,4 bilhão e R$ 1,477 bilhão.

O panorama conduziu o governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, a constatar: “Mesmo com toda a crise, muita dificuldade nos últimos anos, o governo federal remando contra, um presidente que não gosta do Nordeste, a Bahia não parou obras e seguiu mantendo os compromissos em dia, fruto da agenda com ênfase no equilíbrio fiscal, controle do gasto público, combate à sonegação fiscal e incremento da arrecadação própria”.

Nos últimos quatro anos, a Bahia realizou um dos maiores investimentos do país em mobilidade: o Metrô de Salvador. Junto com ele, novas vias, viadutos e passarelas, novos anéis viários em cidades do interior, 5 mil quilômetros de estradas, entre outras tantas que impulsionaram a qualidade de vida dos baianos, principalmente nas médias e grandes cidades. Infraestrutura e logística para alavancar investimentos é compromisso prioritário de Rui. “Vamos garantir a mobilidade sustentável, priorizar os modais com energia limpa, reduzindo o tempo de deslocamento das pessoas e criando novas rotas de acessibilidade nas cidades”, sintetiza o candidato à reeleição.

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