Não há evidência de que agente estrangeiro manipulou votos, diz chefe da Segurança Interna dos EUA

© REUTERS / Greg Nash/Pool

O secretário interino do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês), Chad Wolf, disse nesta terça-feira (3) que não há evidências de interferência de agente estrangeiro na eleição presidencial.

A declaração de Wolf foi dada durante uma coletiva de imprensa transmitida on-line.

“Não temos indicações de que um ator estrangeiro tenha conseguido comprometer ou manipular quaisquer votos nesta eleição”, disse Wolf, citado pela agência Reuters.

Wolf fez a afirmação no último dia de votação para a eleição presidencial dos EUA em que o atual presidente Donald Trump, enfrenta o democrata Joe Biden em busca da reeleição.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou em outubro o embaixador do Irã no Iraque, Iraj Masjedi, e mais cinco entidades iranianas sob acusações de tentar influenciar as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Mais de 90 milhões de cidadãos norte-americanos já registraram seus votos antecipadamente, número muito superior ao que foi registrado na votação antecipada em 2016.

O diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, John Ratcliffe, chegou a falar que a Rússia teria obtido dados sobre os eleitores americanos.

A denúncia foi prontamente negada por Moscou. O porta-voz do presidente da Rússia, Dmitry Peskov, acrescentou que as acusações contra a Rússia são lançadas todos os dias, e “todas são absolutamente infundadas”.

 

Fonte: Sputnik Brasil

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