Robinson Almeida detona deputada bolsonarista e culpa presidente pelas mais de 423 mil mortes no Brasil: “Um genocídio”

Foto: Divulgação

O deputado estadual Robinson Almeida (PT /BA) teceu duras críticas a invasão da sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito, que investiga as omissões do Governo Federal no enfrentamento a pandemia do Coronavírus, nesta quarta-feira (12), pela deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP). O deputado baiano disse que a parlamentar bolsonarista é “despreparada” e prova não ter estatura para representar o povo brasileiro no serviço público. O posicionamento foi feito com posts no microblog Twitter.

“Desequilibrada, como seu líder, Bolsonaro. Despreparada e sem estatura para representar o povo brasileiro no parlamento e em qualquer cargo público. Como Bolsonaro, presta desserviço ao Brasil, que sofre as consequências da omissão do desgoverno no combate a grave crise sanitária”, afirmou o deputado baiano.

Robinson Almeida também criticou as omissões e negacionismo do governo Bolsonaro no combate a crise sanitária. Ele disse que o presidente é o principal responsável pelas mais de 423 mil mortes de brasileiros na pandemia, dando provas diárias do pouco caso que faz com a grave crise pandêmica, promovendo aglomerações, não usando máscara e dificultando o acesso do Brasil a vacinas contra Covid.

“A CPI da Pandemia expõe ainda mais os crimes do desgoverno, que não combateu a grave crise sanitária no Brasil. A omissão e negacionismo patrocinados por Bolsonaro custou a vida de mais de 425 mil brasileiros. UM GENOCÍDIO, que não pode, não deve ficar impune. #ImpeachmentJá”, enfatizou o parlamentar.

Pedido de Prisão –

A CPI da Covid ouviu, hoje, o depoimento do ex-secretário de Comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten. Sua oitiva foi considerada a mais conturba até agora. Ele se negou a responder as perguntas dos senadores, mas na semana passada, em entrevista à revista Veja, acusou o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de incompetência nas negociações de compra de vacinas. Na CPI, contudo, o ex-secretário de comunicação suavizou a declaração e se contradisse. O fato motivou o pedido de sua prisão pelo senador Renan Calheiros (MDB – AL), que preside a Comissão no Senado Federal.

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