Saúde nas Escolas orienta alunos sobre combate ao aedes aegypti

Postado em 20/06/2018 12:40 - Atualizado em: 20/06/2018 12:41
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Com fantoches na mão e fantasia de mosquito da dengue, as educadoras do projeto Saúde nas Escolas encerraram as atividades pedagógicas, no bairro Mangabeira. A dramatização e reprodução de um desenho animado sobre arboviroses, serviu como alerta de prevenção para o mosquito aedes aegypti, visando divulgar as informações através dos alunos da Escola Municipal Professor Oscar Damião Almeida.

A linguagem pedagógica essencial para o aprendizado dos pequenos foi conduzida pela educadora em saúde, Luciene Menezes (foto), por meio de um fantoche médico na mão, ensinando as crianças a identificar sintomas da dengue, zika e chikungunya. “Tem pessoas que apresentam manchinhas vermelhas na pele. Se perceber isso fale com a mamãe para procurar um médico”, ensina Luciene.

Orientações básicas

“E para evitar que essas manchinhas apareçam, devemos cuidar de nossas casas, colocando as garrafinhas de cabeça pra baixo e evitando deixar os brinquedos expostos para não acumular água parada”, completou Joseneide Costa (foto), também educadora, que representava o agente de saúde.

Durante quatro meses o ônibus da saúde esteve presente na escola trabalhando temas relacionados às arboviroses e medidas de higiene para evitar o contágio do vírus da gripe H1N1. A conscientização foi feita semanalmente, sempre às sextas-feiras.

Atendimentos gratuitos

A enfermeira da Unidade Móvel de Saúde, Tatiane Borges (foto), relata que outras cinco escolas municipais da cidade também estão sendo beneficiadas com o projeto. Nesses locais são feitos atendimentos gratuitos com nutricionista, odontólogo, enfermeiros e médico clínico. “Pesamos as crianças, verificamos a altura e acompanhamos o cartão de vacina”, informa.

Mosquito feito com garrafa pet

O resultado das ações é refletido na atitude de algumas crianças, como a da aluna do 5º ano, Thayane Vitória (foto), que produziu em uma oficina a miniatura de aedes aegypti de garrafa pet, reutilizando o que iria para o lixo, podendo ser mais um recipiente de água parada. “Na minha casa eu virei as garrafas de água, tirei a água do pneu onde minha mãe coloca as plantas e coloquei em um lugar onde não cai água. Aprendi que não devemos deixar água parada para o mosquito não pousar”, relata.

Texto e fotos: Secom/FS

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