Seminário sobre a Viabilidade Econômica da Cultura da Pitaya para o Semiárido Baiano será nesta quinta (10)

Foto: Divulgação

O evento é promovido pelo mandato do deputado Angelo Almeida.

“Viabilidade Econômica da Cultura da Pitaya para o Semiárido Baiano” é tema do seminário que terá como palestrante o engenheiro agrônomo Dejalmo Nolasco, doutor em Ciências e Tecnologias de Alimentos pela Universidade Federal de Pelotas, consultor e palestrante especialista no cultivo de pitayas (frutos de espécie variadas de cactos) para todo Brasil, desde o projeto até após a colheita.

O evento é promovido pelo mandato do deputado estadual Angelo Almeida (PSB) e será realizado nesta quinta-feira (10), às 10 horas, pelo aplicativo Zoom. Para receber o link e participar, as inscrições devem ser feitas pelo WhatsApp 71 99718-2427, com envio de nome, profissão e cidade.

O palestrante irá abordar questões como: origem e história da pitaya no mundo e Brasil; solo adequado e preparo do solo; mudas e variedades; tutores e mourões; plantio; adubação inicial; condução; podas; tratamentos fitossanitários; colheita e mercado.

Nolasco ressalta que a pitaya é uma das culturas com grande viabilidade econômica, por ter produtividade muito alta por hectare – de 30 a 60 toneladas – e estar em falta no mercado. “Dentro de um projeto onde tivermos uma produção de 10 hectares, vamos ter em um ano 300 toneladas, produzindo 30 toneladas por hectare. O preço médio seria de R$ 5,00, então teríamos uma receita de R$ 150 mil por hectare/ano. Não tem outra frutífera que nos dê essa possibilidade de ganho”, pincelou. E observou que ainda não há variedades de produtos alimentícios e estéticos no mercado brasileiro, por déficit do fruto. “Uma produção maior vai atrair a indústria, as grandes redes de mercado e também a exportação”, completou.

Após sugerir que o Governo do Estado inicie estudos para difundir a cultura da pitaya na Bahia, o deputado Angelo Almeida está dando mais esse passo para o incentivo a essa cultura agrícola. O parlamentar acredita que o seminário será uma grande oportunidade de conhecimento, para que pequenos e médios produtores possam apostar em novas experiências, unindo inovação, produção e sustentabilidade. “As pitayas são muito parecidas com o mandacaru e com a palma, por isso acredito que se adaptará muito bem em nosso semiárido. É uma fruta nobre ainda no mercado brasileiro e seu plantio é muito promissor”, ressalta Angelo.

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