Suspeita de genocídio contra indígenas pode afastar Bolsonaro da presidência

Nuvens negras pairam sobre a cabeça do presidente ‘capetão’, Jair Bolsonaro. Após a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia ter solicitado junto ao presidente da Corte, Luiz Fux para que ele agende e marque o julgamento de notícia-crime apresentada contra o presidente, por suspeita de genocídio contra indígenas na pandemia de coronavírus.
Conforme avalia profissionais da área, tal ação pode implicar no afastamento imediato do presidente da República por 180 dias, de acordo com o que determina o artigo 86 da constituição Federal.
Mas como sempre, nestes casos, há um porem. Para que isso aconteça é preciso e se faz necessário o autorizo da Câmara que terá que contar com a anuência de dois terços dos deputados federais.
A partir daí é que o STF poderá dar prosseguimento com uma ação saneadora que poderá afastar, de forma definitiva, o presidente genocida do poder. Removendo de uma vez por toda, este câncer do Palácio do Planalto transferindo-o de imediato para o manicômio judiciário.
O objetivo é julgar se a Procuradoria Geral da República (PGR) deve abrir ou não inquérito para investigar o presidente por sua má conduta ao vetar de forma criminosa trecho de lei para assistência a indígenas durante a crise sanitária, que previa garantia de fornecimento de água potável e insumos médicos, o que não aconteceu.
Importante observar que a queixa menciona a gestão do presidente com relação a pandemia também no tocante ao restante da população brasileira. Afinal, não é justo que essa cópia de governante possa se isentar de suas responsabilidades, que já resultou em quase meio milhão de mortos. (Sérgio Jones) 

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