Em coluio com a milícia bolsonarista, juiz chancela documento fraudulento

Malu Aires
O juiz Carlos Henrique André Lisboa, juiz responsável pelo inventário de dona Marisa Letícia, poderia ter lido o extrato do Bradesco e escrito o valor de R$ 26.281,74, em CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) que ela deixou no banco, antes de falecer.
Mas, não. Ele tirou não sei de que conluio com a milícia, um valor de R$256 milhões e espalhou o documento fraudulento do inventário inventado, pro Gabinete do Ódio e pra rádio mais fascista de SP (Jovem Pan).
Isso não é “erro de digitação”. Isso é lawfare, na sua forma mais cara-de-pau.
Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro fizeram a festa, no cercadinho do zap-zap. Regina Duarte, aproveitou o ócio do laranjal da Cultura e ajudou a espalhar a calúnia. A Jovem Pan jogou pra lama e a mídia (que nem banana merece) entrou no jogo.
O juiz do inventário, na maior cara de pau do lawfare, dá 20 dias pra defesa explicar como a corrupção da sua Vara chegou nessa conta. A defesa foi avisada pelas fake news. Já mandaram o extrato do banco pro juiz, mas o estrago que o juiz causou…
Nós sabemos qual a finalidade do lawfare. O lawfare abastece as fake news que abastecem a mídia, que transformam toda a corrupção da Justiça Brasileira, em autos, processos, assassinatos morais, perseguições políticas, injustiça e morte da Democracia.
A injustiça é tão meticulosamente planejada (entre Varas e imprensa) que, no Brasil, só beneficiou o crime organizado na política brasileira.
O juiz Carlos Henrique André Lisboa deve explicações. Não basta esfregar a cara dele no extrato bancário que ele, juiz, fingiu não saber ler.
Moro, outro juiz de conluio com crime organizado, hoje, ex-juiz advogando pra milícia, passou anos fingindo não saber ler o que a Constituição ordenava, a defesa provava, os autos apontavam. O Lawfare, pra ele, era exercício rotineiro, na sua Vara, em Curitiba. Em troca, ele recebeu a promessa de indicação à uma vaga no STF.
Quantas vagas no STF estão à venda para juízes que praticam lawfare?
O mercado negro de cadeiras do Supremo, já está na cara do povo brasileiro.
A Justiça Brasileira está infectada de corruptos que viram em Moro, o pior exemplo. Para um juiz ganhar prestígio hoje, basta mentir nos autos, chamar a imprensa e esperar a fabriqueta de fake news fazer o serviço. Com sorte, a mesma fabriqueta cria um clima de ódio contra ministros da Suprema Corte e, entre um “acidente” ou outra coisa, vagas no Supremo podem pipocar, da noite para o dia.
O “Gabinete do Ódio” procura terroristas e assassinos de juízes, a cada postagem contra o STF.
O Deputado Paulo Pimenta está abrindo um processo contra Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Regina Duarte, na justiça e na comissão de ética, pelo disparo de mensagens caluniosas em nome de Marisa Letícia. Deveria abrir um processo no CNJ para o juiz que não presta nem pra ler extrato de banco, mas quer banquinho pra ficar famoso, entre seus pares de coluio.
O Lawfare não destruiu só a paz de Lula. O lawfare matou dona Marisa com um AVC, roubou o tablet e a paz do Arthur, tirou 580 dias de liberdade de Lula, a candidatura de Lula e deixou a turma de Curitiba podre de rica.
O Lawfare destruiu nosso setor industrial, de engenharia, tecnologia e de gás e petróleo. Colocou 40 milhões de brasileiros na informalidade, 14 milhões no olho da rua e 30 milhões na miséria.
O Lawfare tirou mais de R$2,5 bilhões da Petrobras, enfiou num banco e esse dinheiro rende, desde 2015, sabe-se lá pra qual quadrilha.
O Lawfare derrubou uma presidenta. Elegeu um genocida e entregou a soberania do Brasil pros Estados Unidos.
O juiz Carlos Henrique André Lisboa sabe o valor de um Lawfare. Um Lawfarezinho desse que ele cometeu, vale bem mais que R$256 milhões. Vale trilhões. Hoje, vale mais que 210 milhões de vidas humanas. Vale a 8ª economia do mundo.
Quem pratica Lawfare, não comete “erro”. Comete crime.
Os crimes de Lawfare precisam ser enfrentados, para que a Justiça Brasileira deixe de ser cercadinho do crime organizado, com ministros acovardados e ameaçados por bananas (de dinamite), que os filhos bandidos do Jair amaçam jogar, com a ajuda dos fiéis consumidores de fake news.
Isso, ninguém mais contesta – Jair é uma desgraça pro Brasil. Mas é bom lembrar que essa desgraça foi um oferecimento do Lawfare.
Não fosse o Lawfare, o presidente do Brasil seria Lula e, Moro, um ex-juiz aposentado, por crimes de colarinho.
Talvez, Teori estivesse vivo. Dona Marisa estivesse viva. Arthur estivesse vivo. Uma dezena de empresários, jornalistas, ativistas… Cancellier estaria vivo.
O Lawfare destruiu o poder Judiciário que hoje se humilha pra dois moleques, uns birutas e uma penca de desqualificados assassinos que não sabem pronunciar nem “cônjuge”.