Regionalizar a comunicação é uma das prioridades do governo, diz André Curvello

Foto: Carol Garcia/GOVBA

Para se comunicar com a população é preciso ter criatividade e valorização em todo o território baiano. Com este pensamento, o secretário de Comunicação Social da Bahia, André Curvello, defendeu que o Governo do Estado prioriza uma relação de comunicação com o povo da Bahia de forma regionalizada, que passa pela vivência da capital até as cidades interioranas.

“Em 2014 quando assumi a Secretaria de Comunicação, o governador Rui Costa (PT) solicitou um planejamento que regionalizasse a informação, para levar de forma transparente a prestação de contas do governo. É um trabalho que segue desde o primeiro dia as orientações traçadas pelo governador”, disse Curvello, em entrevista ao editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, na rádio Nova Brasil FM, na manhã desta segunda-feira (6).

Considerado como um dos melhores quadros do governo Rui Costa (PT) pela a oposição, o secretário estadual de Comunicação disse que busca construir relações saudáveis e que não tem inimigos. “Realizo meu trabalho de maneira que respeite as divergências. Agradeço aos deputados de oposição. A gente tem procurado duelar de formas respeitosa e nos que ocupamos cargo públicos estamos para prestar serviço”, ponderou.

Pandemia

Ao avaliar o trabalho da comunicação oficial do Governo do Estado no processo de disseminação de informação durante a pandemia, Curvello destacou que foi uma das experiências mais duras que enfrentou. Para o secretário, tudo foi um processo de aprendizado.

“A gente não sabia como agir. Foi importante saber o que estava acontecendo na Europa, na Ásia, para ver os mecanismos de comunicação adotados. Aqui determinamos um papel de centralizar as informações para ter um trabalho eficiente”, pontuou.

Curvello ainda destacou que a imprensa baiana foi extremamente colaborativa e responsável com as informações relacionadas a pandemia.

“Ainda estamos em momento de incerteza. Estimulamos a vacinação porque é a única forma de reduzir os números. Muitos não tomaram a 2ª, nem a 3ª dose. Ao todo, esse número beirava os 3 milhões. Todos tem que se vacinar”, alertou.

Fonte: Muita Informação